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Título
Inesquecível "Planeta Arthur"
Os postes em carne e osso
A Copa não nos deixa mentir
Machado de Assis impresso a machadadas
Versos para nova cachaça
Padrinho Vigário e Padre Paulo fizeram do trabalho social uma forma de oração
Política é pintura contaminada
O valor das primeiras leituras
Acordes do Monte em Belo Horizonte
Momento de absoluta irracionalidade
A eterna presença de minha mãe
O maior legado da Copa
Ao feitio de bala perdida
Casarão do "Padrinho Vigário"
Nem aposentadoria nem água
Os que pulsam sob pedras
Morre o goleiro Joaquim do Zé Ernesto
Fica Evaldo, fica Casarão
Por um novo jornal
Os leões e seus palácios são coisas nossas
"Tempo impresso" no calendário
Medalha no peito da pessoa certa
Na época do cinema do "Sô Joaquim"
Natal de luzes apagadas
Existir é não pensar
Hipocrisia pode levar fogos à clandestinidade
O lírio e a cidadania honorária
Um poema para a neta Júlia
Civilizadamente, animal
Complexidade dos jornais alternativos
Pedra literária
A filosofia do passo
Dona Maria Luiza e dois novos livros
Tempo de "desarte" e entretenimento
Livros, maestro e poeta angolano
"O Triunfo" em nossas mãos
É festa do Reinado: Salve Maria
Palco no chão da alma
Ao feitio de água para o mar
A mão espalmada de Alaíde Lisboa
SAMostra na praça
Literariamente, a vida
Desinformação intencionalmente construída
Gratidão faz parte da cura
Vamos deletar!
Luta por transporte e passagem ao futuro
A minha oficial expectativa de vida
No tempo do jornal "Porta-Voz"
A fictícia "Sucupira" é a regra
Dois historiadores de cultura e sensibilidade